Cultura

fev 11, 2015
admin

Tradição que passa de geração em geração.
Que une passado e presente em um só tempo.
Que transmite com autenticidade, a história de cada região.
Há cerca de 100 anos, a Vila de Santo André era uma mata nativa, com jaqueiras e rios de água limpa e piscosa, herança preservada dos índios tupinambás. A pequenina comunidade era composta de pouquíssimas casas de taipa, com piso de barro e cobertura de sapê. Naquele tempo, as casas eram iluminadas por candeeiros, os fogões eram à lenha e a vida corria calma e bucólica.

A partir dos anos 1950, mais famílias chegaram à comunidade. E, com elas, novos costumes. As festas na vila cresceram, misturando o sagrado e o profano. Dias de santo, Cosme e Damião, Yemanjá, São João e Boi Duro. Todos tinham suas comemorações. Um mutirão ajudava a produzir as festas.

Receitas, danças e lembranças foram sendo passadas de pais para filhos.  Hoje, além das festas populares e tradicionais, eventos como réveillon, festivais de verão e carnaval com blocos caricatos animam a vida cultural da região.